Autor@: Lucas Figueiredo
Tradutor@:
Editora/Ano de publicação: Record / 201 1
Nª de págs: 387
Estado de conservação: Exemplar em excelente estado, livre de marcações e assinaturas.
Sinopse:
Chuva na cabeça, sol na nuca, peste, fome, feras, canibais. Traições, intriga e corrupção. Esses são os ingredientes dessa aventura. Quando a esquadra de Pedro Álvares Cabral se desviou à direita do continente africano, sua bússola era a cobiça. Cravo e canela podiam render um bom dinheiro no Velho Mundo, mas eram as esperanças de ouro e prata que incendiavam o coração lusitano. E as cortes europeias. Em Boa ventura!, Lucas Figueiredo traz à vida, pela primeira vez, a trajetória dura e demorada em direção à descoberta de nossas riquezas minerais - e suas consequências.
Desde Manuel I, o venturoso, e sua improvável ascensão ao trono dos Avis, a obsessão lusitana por enriquecimento fácil tinha fincado suas raízes. E deitado ao mar milhares de homens pouco afeitos ao trabalho duro na terra. Mas afoitos pelo El Dorado. A sorte da Espanha em seu quinhão de América só servia para aquecer os delírios de nossa metrópole. Incontáveis expedições se aventuraram - e pereceram - nos sertões brasileiros em busca de qualquer coisa que reluzisse. Nosso próprio Sabarabuçu, versão tupiniquim da boa ventura espanhola.
A América Portuguesa estava entre as nove províncias gemológicas do mundo. Com um solo impregnado de pedras preciosas, sobretudo, diamantes. Mas foram mais de dois séculos até a Coroa ver algum sinal de riqueza. E apenas a metade do tempo para dilapidar esses recursos. Em cem anos, Portugal torrara mais da metade do metal precioso produzido no mundo naquele período.
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